SINAIS E SINTOMAS  

    Parece não haver relação direta entre a intensidade dos sintomas e a severidade da
doença. Estágios iniciais podem, às vezes, provocar sintomas intensos como:
dismenorréia intensa, irregularidade menstrual, alterações intestinais e urinárias
geralmente presentes durante o período menstrual, dispaurenia (dor durante o ato
sexual) de profundidade, ovulação dolorosa, além de dificuldade para engravidar.
Quando não há sintomas pode ser um achado casual durante realização de exame
ginecológico ou cirurgias. De uma maneira geral encontramos três disfunções na
portadora de endometriose: a menstrual, a ovulatória e a reprodutiva.


DIAGNÓSTICO   

                Apesar dos grandes avanços dos meios de diagnóstico, o desafio persiste quando há
suspeita de endometriose. O diagnóstico de suspeita é baseado nos sintomas e nos
sinais que podem aparecer nos exames complementares por imagem como o ultra-som e
outros. Já o diagnóstico definitivo é dado pelo exame anátomopatológico  de tecido
ectópico semelhante ao endométrio em material de biópsias.


TRATAMENTO

                O tratamento da endometriose deve ser antes de tudo individualizado. Fatores como
a idade, a paridade, a dificuldade ou não para engravidar, o estágio da doença e
outros, devem ser considerados ao sugerirmos o tratamento cujo objetivo é o alívio
dos sintomas e/ou a infertilidade. As formas de tratamento podem ser: 
                
-Conduta expectante (defendida por alguns quando em estágios iniciais), se a
mulher pretende engravidar em curto prazo
-Clínico (medicamentoso)
-Cirúrgico
-Combinado (cirúrgico e medicamentoso)


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